Língua Eletrônica é mais sensível que o paladar humano

A Língua Eletrônica é muito mais sensível que a língua humana e foi desenvolvida para avaliar a qualidade e paladar de bebidas, entre elas, a água, vinho leite e café. O sensor permite com rapidez, precisão e simplicidade verificar a qualidade da água, a existência de contaminantes, pesticidas, substâncias húmicas e metais pesados, enquanto nas demais bebidas, a Língua Eletrônica diferencia sem dificuldade os padrões básicos de paladar, doce, salgado, azedo e amargo, em concentrações abaixo do limite de detecção do ser humano. Hoje, os testes para avaliação do paladar de bebidas são feitos por degustadores, enquanto que a avaliação de água é feita por análise química em laboratório e são bastante demorados. Com a Língua Eletrônica é possível fazer testes contínuos na linha de produção e com maior precisão. A Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC) assinou contrato com a Embrapa para utilizar o aparelho em seu Programa de Qualidade, lançado em 2002.
Em 2001, o equipamento recebeu o Prêmio Governador do Estado, categoria Invento Brasileiro.
Parceria - USP